Mostrando resultados para "ivan schneider"
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Conteúdo adulto visível.
- Traduzido por
- Graziela Schneider
2011
PT
Ivan Alekséievitch Búnin (1870-1953) escreveu poesia, romances e memórias, mas o gênero conto se mostrou o mais favorável para seu talento. Manifestamente filiado à tradição do realismo do século XIX (sobretudo Tolstói e Tchekhov), Búnin, malgré lui, possui diversos pontos de contato com a prosa modernista. Em raros momentos da literatura russa, natureza, morte, acaso e amor foram compactados com tamanha perfeição em pequenas narrativas da transitoriedade. Em vez do onipresente “U...
As pessoas que leram estes também gostaram
2008
PT
Ambientado entre o Oriente e o Amazonas, este relato é a busca de um mundo perdido, que se reconstrói nas falas alternadas das personagens, ecos longínquos da tradição oral dos narradores orientais. Livro de estreia do autor, recebeu o Jabuti 1990 de melhor romance.Após um longo período de ausência, uma mulher regressa a Manaus, cidade de sua infância. Deseja encontrar Emilie, a extraordinária matriarca de uma família libanesa há muito radicada ali. Encontra a casa...
- Traduzido por
- Denise Sales
2011
PT
Se o diabo já preencheria toda uma antologia de contos, somado ao jogo de cartas, o material certamente daria para mais uma. Este brevíssimo conto é uma boa amostra da vasta produção de Mikhail Ievgráfovitch Saltikov-Schedrin (1826-1889), grande satirista russo da segunda metade do século XIX. Polemista de mão cheia e intelectual ligado aos principais periódicos radicais, Saltikov-Schedrin voltou suas baterias especialmente a setores da direita russa, embora tenha também confrontado grupos...
- Traduzido por
- Lucas Simone
2011
PT
Aleksandr Ivánovitch Kuprin (1870-1938) também figurou com destaque nas primeiras antologias de contos russos publicadas no ocidente, especialmente pelo caráter filantrópico e humanitário bem ou mal atribuído a suas obras. Sua reputação dentro da Rússia era igualmente alta, e ele disputava a palma da popularidade com nomes hoje mais conhecidos, como Górki e Andrêiev. Juntamente com estes dois escritores, somados a Búnin, Kuprin fez parte do grupo Znânie (Conhecimento), uma associa...
- Séries -
- Formas Breves
2018
PT
Miguel Sanches Neto é autor de quinze livros, entre romances, crítica, poesia e contos, entre eles os premiados Um amor anarquista, A primeira mulher e Hóspede secreto. Colaborou com as principais publicações brasileiras e é professor de literatura na Universidade Estadual de Ponta Grossa. Seu último livro foi A máquina de madeira, pela Companhia das Letras. Formas Breves é um selo digital dedicado ao gênero conto. Seu único princípio é a qualidade. Com traduções diretas e exclusivas de gr...
- Séries -
- Formas Breves
2018
PT
Um dos contistas mais talentosos da literatura brasileira contemporânea, João Anzanello Carrascoza traz à coleção Formas breves sua celebrada prosa poética. O primeiro dia do último inverno é uma história de amor, narrada num tom delicado e íntimo, e com imagens que só a grande literatura pode proporcionar. João Anzanello Carrascoza nasceu em 1962, e publicou os livros de contos Hotel Solidão, O vaso azul, Dias raros, O volume do silêncio e Aquela água toda, dentre outros. Formas Breves é ...
- Traduzido por
- Mário Ramos
2011
PT
Autor de contos, novelas, romances, peças e crítica literária, Ievguêni Ivânovitch Zamiátin (1884-1937) tornou-se famoso mundialmente pelo seu romance distópico Nós, publicado inicialmente em inglês, em 1924. Seus ensaios e palestras sobre a literatura russa são fundamentais para um entendimento da posição da arte na cultura pós-revolucionária. Em sua defesa da ambiguidade, Zamiátin foi vital para grupos artísticos como o Irmãos Serapião. Ele dizia que a arte deve ser feita por “l...
- Traduzido por
- Nivaldo dos Santos
2011
PT
Leonid Nikoláievitch Andrêiev (1871-1919) suscitou um autêntico furor na sociedade russa com este “O abismo”, de 1902 (e outros contos da mesma época, como “Na neblina”), em que recessos psicológicos dostoievskianos, hiperestesia decadentista e temas sexuais finisseculares aparecem numa síntese bombástica. Sofia Andrêievna, esposa de Tolstói, chegou a escrever uma carta de protesto ao jornal em que foram publicados. E o próprio Lev Tolstói dizia de Andrêiev: “ele tenta me assustar, mas eu ...
- Traduzido por
- Lucas Simone
2011
PT
Longe dos rincões da Rússia profunda, ambiente a que habitualmente é associado, este é um Górki (Aleksei Maksímovitch Pechkov, 1868-1936) em cenário mediterrâneo. “Vendetta”, de 1911, faz parte dos Contos da Itália, elaborados quando o escritor estava exilado em Capri. Nesse ciclo de narrativas, nota-se a mescla ambígua, mas característica do autor e de certas correntes russas do período, de temas vitalistas do fim de século, de tendências místicas (sobretudo a ideia de “construçã...
- Traduzido por
- Lucas Simone
2011
PT
Como autor de contos, Anton Pávlovitch Tchekhov (1860-1904) dispensa apresentações. É o autor russo que se tornou quase sinônimo do gênero e um dos seus grandes inovadores. Este brilhante e cruel “Ariadne”, publicado no número de dezembro de 1895 do periódico Rússkaia Misl (Pensamento Russo), e aqui traduzido pela primeira vez no Brasil, permite paralelos instigantes com outros contos “femininos” mais conhecidos, como “Ventoinha”, “Queridinha”, ou “A dama do cachorrinho”, traduzid...
- Traduzido por
- Arlete Cavaliere
2011
PT
Nikolai Vassílievitch Gógol (1809-1852) é autor de alguns dos contos mais famosos da literatura russa, dentre os quais “O nariz”, “Diário de um louco” e “O capote”, que foi transformado em um dos pontos de partida da dinâmica literária russa por autores como Bielínski e Dostoiévski (neste caso, porém, a famosa frase atribuída a ele sobre a descendência de “O capote” é de autoria do crítico francês Melchior de Vogüé). Gógol é uma referência fundamental para correntes muito variadas da liter...
- Traduzido por
- Denise Sales
2011
PT
Este conto pertence à fase inicial da obra de Fiódor Mikháilovitch Dostoiévski (1821-1881), e foi publicado no Almanaque Ilustrado de Ivan Panáiev e Nikolai Nekrássov. Segundo Leonid Grossman, foi “autorizado pela censura em 26 de fevereiro de 1848. A coletânea foi retida após a impressão e não pôde ser distribuída” (Dostoiévski artista, p. 188). Possui afinidades temáticas e estilísticas com obras como A senhoria, “O ladrão honrado”, “Um coração fraco” e, especi...











