Mostrando resultados para "a kuprin"
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Conteúdo adulto visível.- Traduzido por
- Lucas Simone
2011
PT
Aleksandr Ivánovitch Kuprin (1870-1938) também figurou com destaque nas primeiras antologias de contos russos publicadas no ocidente, especialmente pelo caráter filantrópico e humanitário bem ou mal atribuído a suas obras. Sua reputação dentro da Rússia era igualmente alta, e ele disputava a palma da popularidade com nomes hoje mais conhecidos, como Górki e Andrêiev. Juntamente com estes dois escritores, somados a Búnin, Kuprin fez parte do grupo Znânie (Conhecimento), uma associa...
As pessoas que leram estes também gostaram
- Traduzido por
- Noé Silva
2011
PT
Nikolai Semiónovitch Leskov (1831-1895) é conhecido no Brasil sobretudo pelo famoso ensaio de Walter Benjamin sobre o narrador, no qual ocupa posição central. Dele, já se publicou em nosso país a novela Lady Macbeth do distrito de Mtzensk. Nascido em Gorókhovo, perto de Oriol, Leskov conviveu com diversos extratos da vida provincial russa e apresentou, com recursos linguísticos extremamente ricos e variados, camadas sociais que habitualmente não figuravam na prosa russa. Sua utili...
- Traduzido por
- Nivaldo dos Santos
2011
PT
“Quatro dias” é uma das experiências literárias mais marcantes da Rússia do século XIX. Vsiévolod Mikháilovitch Gárchin (1855-1888) viveu apenas 33 atribulados anos, nos quais participou da guerra russo-turca de 1877 — ano de publicação deste conto, a estreia do autor — e teve diversas crises nervosas, que culminaram com seu suicídio, atirando-se do alto de uma escada. Gárchin é considerado por muitos críticos como o grande nome “pouco-conhecido” da prosa russa, grandeza detectável especia...
- Traduzido por
- Cecília Rosas
2011
PT
Ivan Serguêievitch Turguêniev (1818-1883), autor de romances, novelas, contos e peças, foi o primeiro escritor russo a granjear fama fora de seu país. Tornou-se o romancista russo favorito de autores como Henry James, que via nele o ápice da sofisticação narrativa. “Relíquia viva” faz parte do ciclo de contos Notas de um caçador, publicados em 1852. Esse livro, sutil na arte e forte na perspectiva moral, é um dos marcos literários da década de 1850 na Rússia. Melchior de Vogüé o c...
- Traduzido por
- Lucas Simone
2011
PT
O príncipe Vladímir Fiódorovitch Odóievski (1803-1869) participou de diversos grupos literários importantes da primeira metade do século XIX na Rússia, como a Sociedade Livre dos Amantes das Letras Russas, a sociedade dos Amantes da Sabedoria (os Liubomúdri), o periódico Mnemozina, o círculo de leituras capitaneado por Semiôn Ráitch. Posteriormente, tangenciou o movimento eslavófilo. Odóievski foi um dos principais difusores da filosofia idealista e da literatura alemã na...
- Séries -
- Formas Breves
2018
PT
Miguel Sanches Neto é autor de quinze livros, entre romances, crítica, poesia e contos, entre eles os premiados Um amor anarquista, A primeira mulher e Hóspede secreto. Colaborou com as principais publicações brasileiras e é professor de literatura na Universidade Estadual de Ponta Grossa. Seu último livro foi A máquina de madeira, pela Companhia das Letras. Formas Breves é um selo digital dedicado ao gênero conto. Seu único princípio é a qualidade. Com traduções diretas e exclusivas de gr...
- Traduzido por
- Denise SalesGraziela Schneider
2011
PT
Poucas cidades têm uma mitologia tão complexa quanto São Petersburgo-Petrogrado-Leningrado. Este conto de 1924, “O caça-ratos”, é a contribuição de Aleksandr Stiepánovitch Grin (abreviação de Grinevski, 1880-1932) à imagem da Petrogrado fantasmagórica, derruída e zoológica que se sobrepôs, no período pós-revolucionário, à extensa tradição fantástica da urbe. Nascido em um arrabalde da cidade de Viatka, Grin passou, “gorkianamente”, por diversos empregos e bicos. Foi preso mais de uma vez p...
- Traduzido por
- Cecília Rosas
2011
PT
Dotado de uma capacidade ímpar de recriar gêneros literários ocidentais, o cosmopolita Aleksandr Serguêievitch Púchkin (1799-1837) nunca viajou para a Europa — e nos dois aspectos possui semelhanças com Machado de Assis, com quem compartilha também o proverbial “salto” de qualidade em relação à respectiva produção literária nacional existente até então. Essa “arquiraposa” do século XIX (segundo Isaiah Berlin), e o mais nacional dos escritores russos, justamente porque internacional (e vice...
- Traduzido por
- Mário Ramos
2011
PT
Autor de contos, novelas, romances, peças e crítica literária, Ievguêni Ivânovitch Zamiátin (1884-1937) tornou-se famoso mundialmente pelo seu romance distópico Nós, publicado inicialmente em inglês, em 1924. Seus ensaios e palestras sobre a literatura russa são fundamentais para um entendimento da posição da arte na cultura pós-revolucionária. Em sua defesa da ambiguidade, Zamiátin foi vital para grupos artísticos como o Irmãos Serapião. Ele dizia que a arte deve ser feita por “l...
- Traduzido por
- Aurora Fornoni Bernardini
2011
PT
Mikhail Iúrevitch Liérmontov (1814-1841) foi considerado o sucessor do poeta Aleksandr Púchkin, morto em 1837 em um duelo que muitos julgaram “arranjado” pelo tsarismo, e para quem compôs uma elegia indignada que o tornou famoso. Oficial e aristocrata, ele também morreu jovem, em um duelo igualmente duvidoso, no Cáucaso. Tanto em poesia, quanto em prosa — e este “Taman”, um dos episódios de seu romance O herói do nosso tempo, reconhecido por Tchekhov como um modelo de conto, o pro...
- Traduzido por
- Mário RamosYulia Mikaelyan
2011
PT
Escritor prolífico, Arkadi Timofiêievitch Aviértchenko (1881-1924) viveu relativamente pouco, mas publicou muitíssimo, entre contos, peças e textos jornalísticos. Em seu momento áureo, quando editava os jornais Satirikon (1908-1914) e Novi Satirikon (1913-1918), de cunho evidentemente humorístico, foi um dos autores mais populares da Rússia. Mesmo na emigração (a que foi levado por suas sátiras aos bolcheviques), continuou a ser publicado na União Soviética. Hoje é pouquíssimo lem...
- Traduzido por
- Denise Sales
2011
PT
Este conto pertence à fase inicial da obra de Fiódor Mikháilovitch Dostoiévski (1821-1881), e foi publicado no Almanaque Ilustrado de Ivan Panáiev e Nikolai Nekrássov. Segundo Leonid Grossman, foi “autorizado pela censura em 26 de fevereiro de 1848. A coletânea foi retida após a impressão e não pôde ser distribuída” (Dostoiévski artista, p. 188). Possui afinidades temáticas e estilísticas com obras como A senhoria, “O ladrão honrado”, “Um coração fraco” e, especi...











