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2025

PT

Acenos: literatura, literaturas, de Marcus Alexandre Motta, é uma obra que se debruça sobre os limites da leitura, da memória e da existência por meio de figuras simbólicas — como Dom Quixote, Colombo ou um anônimo modelador de barro — que encarnam a tensão entre linguagem e realidade. Em seus textos, o autor reflete sobre o poder da leitura como forma de vida, sobre a identidade sempre em desagregação e sobre o percurso errático e simbólico da subjetividade. A escrita flui entre o delírio...

2023

PT

Gira entorno. Diz a voz. Toda imensidão é minudência arranjada no tom menor das letras. Ressurreição, renascimento, retorno e mesmo descoberta; o contar levanta o desesperado no que se fez de destinado. Se há o que deixou de ser, há de contar. Atira. Nas voltas do contar, a vida se refaz muitas vezes. Aviva-se, e o que se pode com a vida é fazê-la desandar. Retroage tudo no iniciar. Dá voltas e não encontra lugar. Divulga-se. Volve. A verdade do conto são as horas inteiras em muitas meias ...

2024

PT

Notas de urgência da sóbria tristeza (obra sem título e autor) nos leva em uma viagem sinuosa onde as ideias de morte e de perda não são apenas conclusões, mas elementos integrantes do processo narrativo. Nesse sentido, a obra se desenrola pela perspectiva de vozes anônimas, cujos encontros e contemplações expõem a batalha contínua entre o transitório e o eterno. Cada microcapítulo nos obriga a explorar os abismos da experiência humana, confrontando a natureza inescapável da mortalidade co...

2024

PT

"Em Busca do Tempo Perdido", a obra monumental de Marcel Proust, é descrita como uma experiência literária que transcende a simples leitura, exigindo do leitor uma dedicação intensa e prolongada. Frequentemente citada, mas raramente lida em sua totalidade, a obra é cercada de lendas que ofuscam a experiência real de sua leitura. Em 2021, Marcus Alexandre Motta propôs a formação de um grupo de leitura para explorar e discutir a obra, reunindo alunos novos e antigos em encontros semanais on-...

2023

PT

"Um trabalho de arte abriga uma posição. Em qualquer um há algo de astromancia. Apoia-se numa eletiva afinidade que se deixa borrada quando desponta. E, como o nascimento solicita a 'carta', a partir da forma absolutamente anterior que se dá entre alguma coisa e outra coisa a ocorrer ao além, em certeiro momento de certa conjugação, um trabalho de arte se transveste assim de algo que oferece os rastros ástreos, da última e da primeira aparição, nos quais se perde de vista o caso, no outro ...

2022

PT

Em alguma atitude se apresenta, repousada em meio aos longes de umas massas de cor. Quase suspensa. Os pés da figura repousam frágeis. São contornos de cascos que não vencem. Os pés, qual é o apoio? Levitam ou tocam o mais escuro das tintas? Ao lado, desvio da cor. Mais fundo. Fundo? Há algo como fundo numa pintura? Em nenhuma circunstância. "Ela, ela, ela. Qual ela?... Onde está o seu tato." As mãos pequenas de dedos finos descansam agarradas no volume das pernas. Volumosas pernas que se ...

Velas pandas, andas...

Ode Marítima e Os Lusíadas

2021

PT

Este livro não é discurso, muito menos algo que se apresente poético. Se mantém o poemático, é por absurda navegação. Ele não explica e, quando compreende, resgata "garrafas" sem mensagem nenhuma dentro. Só pensa ondulações. Os títulos dos seus bocados são rastros da matéria flutuante, a escapar das mãos. Cada um parte de algo e, quando chega ao seu final, atrai outro. Tão só acena. Cada entrada, portanto, só de modo acidental calha com o esperado. Desenha vazios impróprios, como aqueles q...

2024

PT

Você deveria ao menos conceber que, qualquer que seja a luta que se trave na esfera da língua portuguesa, pareça imperativo, para quem aceite a justa cultural, dimensioná-la contando com o arsenal existente na obra Pessoa (a falta do conectivo é proposital nos seus ouvidos). Alguns dirão, assim como você, que a batalha é mera fábula de quem aqui fala; outros lembrarão, incluindo você, alguma coisa daquilo que era uma tarefa e que se foi ao longo das datas. A importância de aceitar haver um...

2022

PT

Se puser a imagem de lado, a memória se dará em lenta e espumosa maresia. Cada passo de nossas sensações parece comunicar o que chega em nossas "praias". Assim, tudo e qualquer coisa se entrega e repuxa a história de todos nós. O mar é isso. O resto é sertão. Não por acaso ele também é mar. Seco talvez, mas mar. Mimetizar é o que nos coube, atraindo para as nossas "praias" o que o mar nunca deixou de depositar.